A vida é como uma dança, ora dançamos em grupo, em par, solo... mas sempre em movimento.
As vezes perdemos o ritmo, precisamos recomeçar e se tropeçamos precisamos levantar pois a dança não pode parar.
O ritmo pode variar mas é de bom tom acompanhar.
Do clássico ao contemporâneo ou das ruas os passos abusar sem perder a linha.
A vida é uma dança onde a parada é um movimento estático, não rompe, cria expectativas.
Quero dançar a dança da vida e nos braços do Partner me lançar, se mais solos tiver eu nessa dança o ritmo posso outra vez perder, quero o palco compartilhar não me importo os aplausos dividir.
(Alexandra Lebedenco)

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