Sou uma pessoa muito eclética, não apenas em relação a gosto musical.
Tenho uma mania estranha de traçar pontos de partidas e prazos finais.
Religião é a fé em minha força interior, em Deus e na crença da Força Trina.
Talvez isso porque já tenha passado por tantas religiões, seitas e práticas filosóficas que acabei por criar a minha própria.
Ontem marquei uma hora para hoje, sim, marquei hora,
marco horas e prazos como se dissesse via astral
que estou concedendo uma chance ao destino
ou a pessoa para se redimir, para colar o que quebrou.
Não ria, é sério como é sério os sonhos que nunca confessou ter
mas que no fundo na realidade daria a vida para viver.
Voltando as horas e prazos, a hora está se aproximando
e penso como tenho uma grande parcela de culpa nesse fim sentenciado quando há pouco tempo atrás "espirítos de luz" psicografaram que certa amizade foi traçada ainda no plano astral que seria para sempre forte,verdadeira
e que ainda como espiríto a mim escolhera como amiga e confidente e muitas vezes de mim precisaria.
Enfim,que eu receberia muito apreço e consideração.
Seria mais um engodo da fé no plano espiritual?
Acho que sim temendo que não pois sentenciada e faltando algumas horas para se colocar um fim.
Por que o fim?
Será que por que não existe amizade de um lado só,
por que mesmo perdoando ignorada se é,
por que ignorar é uma forma de sentenciar?
Talvez alguém se pergunte por que grande parcela de culpa tenho eu e responderei por ter sonhado que poderia os planos do divino mudar e acabei por tudo atropelar.
(Alexandra Lebedenco)

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